Lost in Space

CAPITULO 1.1 - ABDUÇÃO


Ano:4000 e lá estavam, dois terráqueos vagando pelo espaço em sua nave sem rumo, como estavam com pouco combustível ficaram apenas vagando pelo cosmos sem direção.
- Quanto tempo faz que estamos aqui, se questiona um para o outro.
- Não sei no espaço não existe tempo o pateta. Responde com um certo tom de ignorância.
Certo “tempo” vagando pelo vácuo do espaço ao olhar para o vidro da frente de sua nave se deparam com algo grande se aproximando, e percebem que não e um asteroide mas sim que e
uma outra nave porém bem maior e mais equipada, por fora sua coloração parecia ter um tom de acabada mas estava bem preservada como se tomassem conta dela o tempo todo e também
está se dirigindo na direção da nave menor onde os dois amigos estavam, após ficar acima da pequena nave ela é levada através de um feixe de coloração verde para a nave maior e ao entrar eles não enxergam nada pelo vidro apenas escuridão.
Ao entrar completamente na nave uma espécie de gás adentra a carapaça da pequena nave e os dois ficam tensos e cambaleiam resistindo ao sono até que não aguentam mais e caem no carpete
dentro de sua nave, quando acordam estão acorrentados dos pés a cabeça impossibilitados de se mexer, e veem uma outra raça de seres que não parecem humanos porem possuem algumas
caracterizas humanas como a face e corpo, mas as diferenças eram bem nítidas, possuíam orelhas pontudas e um par de chifres.
-Quem são vocês? Perguntou o líder do grupo.
Um dos amigos olha para ele e pensa, “essa cara com certeza é problema, parece uma espécie de valentão espacial”.
-Somos dois amigos que se perderam no espaço. Disse um dos garotos
-De que planeta vocês são. Perguntou mais uma vez o líder com um tom de voz ameaçador.
-Somos da terra respondeu chifrudo. Respondeu um dos amigos com uma voz de piada.
E com um golpe de fúria ele acerta a sua arma o chão.
-Odeio essa raça de seres desprezíveis que arruínam a galáxia.
Ao ver e ouvir isso os dois percebem que ele odeia terráqueos, 2 segundos depois um guarda aparece e fala
-Soberano a sua filha quer falar com vossa majestade.
Não precisavam pensar duas vezes, e os dois amigos sacaram que aquele era o “comandante” daquela raça de seres diferentes.
-Deixe ela entrar. Disse o comandante ao entrar na sala ela olha para um dos amigos e…. Bom acho que já entendemos.
-Vamos executá-los, odeio esses seres. Disse o comandante com uma voz de ódio interior.
A sua filha o interrompe dizendo que eles precisam ser julgados para saber se fizeram algum crime contra eles ou sua raça antes de executá-los, pois isso poderá trazer uma guerra entre raças.
Encurralado o soberano concorda com sua filha e deixa isso para outra hora,
-Mantenham-nos presos para que não escapem, não quero seres imundos andando pela minha nave.

CAPITULO 1.2 – A FUGA


Após todo essa bagunça e gritaria todos exaustos decidem dormir, menos os dois “prisioneiros” que precisam bolar um plano para escapar, quando de repente a filha do soberano aparece.

-Vim tirá-los desse problema.
Sem outra opção apenas aceitam a ajuda.
-Agora precisamos bolar um plano para sair da nave.
Após serem salvos pela filha do soberano precisando se moverem lentamente para não acordar os guardas que estão na sala, com a ajuda da filha do rei, escapam com sucesso.
-Precisamos encontrar nossa nave antes do julgamento. Diz um dos amigos.
-Venham comigo ela deve estar no aerospace da nave, por aqui me sigam.
Como todos estão em seus “dormitórios” precisando-se mover lentamente pela nave que para eles parecia ser velha como se fosse algo antigo com tonalidade de cor escura que parece ser
malcuidada, mas estava tão limpa quanto, após percorrem um longo caminho de alguns corredores chegam em uma bifurcação até que...
CUIDADO...... Fala a filha com uma voz de desespero.
Os dois param e se encostam na parede, assustados sem saber o que aconteceu a filha do soberano explica que existem câmeras e equipamentos de segurança que rastreiam o movimento em certas
áreas da nave.
-Precisamos chegar a sala de monitoração para desativá-la, me sigam”

Se esgueirando por corredores e corredores para não serem detectados, depois de desviarem de muitas câmeras e detectores de movimento, cautelosamente passam por muitos sistemas de segurança sem serem detectados, chegam na sala de monitoração  onde está um guarda a observar os monitores que na verdade são hologramas de coloração azul bem forte,
-E agora o que faremos? Disse um dos amigos com uma expressão de medo em seu rosto -Deixa comigo. Disse um dos amigos, com tom de confiança.
Então com a apenas um golpe certeiro ele derruba o guarda fazendo ficar inconsciente,
-Que isso você matou ele? Disse um dos amigos desesperado.
-Não só está dormindo, temos pouco tempo e agora.
-Agora deixa comigo. Disse o outro amigo com um tom confiante Em questão de minutos o outro amigo começa a teclar no holograma, e as câmeras e alarmes vão se desativando um por um,
até que todos ficam offline.
Com a segurança comprometidas eles seguem por mais corredores relativamente estreitos a caminho do aerospace onde está estacionada sua nave.
Mesmo assim precisam ser cautelosos pois não sabem se possuem guardas rondando a nave a protegendo, depois de uma grande caminhada pela nave que parecia ser imensa finalmente chegam no aerospace
-Qual a nave de vocês? Perguntou a filha.
Depois de olhar em volta lá estava
-E aquela ali, azul com listras de corrida em roxo forte.
Ao ver a nave percebeu que ela não era feita para batalhas ou guerras, e sim uma nave feita para velocidade, muito mais rápida que qualquer outra nave já vista, ou conhecida, a nave estava
estacionada e sem nenhum arranhão, como se o soberano pretendesse ficar com ela depois do julgamento, pode ser que a outra raça possa ter estudado a ela e conhecido seu valor e queiram usar ela para outras coisas, ela não parece ter sido tocada por ninguém.
Então os dois deduziram que ela estava bem e em perfeito funcionamento mesmo estando sem combustível,
-Bom a nave está ok, mas ainda está com o tanque vazio o que vamos fazer agora.
-Desculpem, mas o meu pai deixa o combustível das naves de guerras todos guardados em um cofre eu não acho que tenha algo por aqui….  
Então sem saber o que fazer um dos amigos os chama a atenção sentado em cima de um galão de combustível, que simplesmente estava jogado por ali.
-Ou, vocês vão usar isso aqui ou não? Perguntou ao dois com um olhar de arrogância como se estivesse zombando da cara dos dois por não terem visto o galão.

CAPITULO 1.3 – LIBERDADE


Ao reabastecer a nave perceberam que não era o suficiente para voltar para a terra pois eles precisavam dar alguns saltos espaciais antes de chegar na galáxia desejada que era a do seu
planeta natal, mas esse não era o único problema e sim havia outro pior.
-Como vamos tirar essa coisa daqui de dentro sem chamar atenção.
Disse um dos amigos irritado já com a situação.
A única saída visível era o portal de embarque das naves menores que foi o mesmo por onde a sua nave foi “abduzida”, era uma porta na parte de baixo com um campo protetor para que o oxigênio de
dentro não escape ao ser aberta.
-Aquela é a única saída, mas se for aberta o alarme de aviso irá disparar, então nós teremos uma chance de escapar. Disse a princesa
-Pela la como assim nós. Falou um dos amigos com uma certa cara de questionamento estampada.
Mal sabia os dois, mas ela planejava se juntar a eles nessa jornada, pois estava cansada de passar os dias na nave sem ter uma aventura, ou um pouco de ação em sua vida.
Ao saber que só tem uma saída todos se prepararam para a fuga ao ligar a nave fez tanto barulho por estar tanto tempo desligada que acordou a nave inteira, rapidamente todos foram direto para o aerospace para ver o que estava acontecendo, então os dois amigos mais a filha se apreçaram para tirar a nave, o hangar se abre e a nave sai em disparada sem com que o rei pudesse fazer nada, ele tem um pressentimento estranho então ele core e vai procurar sua filha para saber se ela está bem e contar o acontecimento já que ela não sai do seu quarto para quase nada.
Ao chegar em seu quarto percebe que ela não está e tem uma mensagem dela em holograma avisando seu pai que ela partiu em uma viagem com os dois amigos pois estava cansada de ficar presa na nave e queria um pouco de aventura, muito irritado ele finca sua arma no chão.

-Não importa em que canto da galáxia vocês estão eu vou encontrá-los e torçam para eu está de bom humor.
Com um sorriso maléfico estampado no rosto e rindo em uma raiva profunda.

Já no espaço a nave dos dois amigos segue em dispara para que não aconteça outra abdução e vão para um lugar seguro para ter um certo descanso.
-Depois de uma aventura dessas o que será que vira agora,
precisamos voltar para casa, mas como com esse combustível não dá para chegar até lá.
-Além disso temos que arruma-la já que temos uma nova companheira de viagens. Disse o mais esperto olhando para a filha com uma cara de felicidade e agradecimento em seu rosto.
Então a nave segue ao cosmos enquanto nossos amigos arrumam um lugar para sua nova companheira e ainda sim precisando achar um jeito de voltar para casa.

CAPITULO 2.1 – ORIGENS


Após a fuga da nave, estavam todos descansando enquanto a nave com estava vagando pelo espaço, precisando serem cautelosos pois o combustível não era muito e precisavam dar um jeito, curiosa a filha pergunta.
-Bom creio eu que não nos apresentamos. Prazer em conhece-los Myra Shinnon, sou a próxima governanta do planeta Kepler-442b, onde todos da nossa raça tem essa mesma aparência.
-Inclusive as orelhas pontudas e essas coisas da sua cabeça. Interrompeu um dos amigos com um tom de piada em suas palavras.
-Sim. Respondeu a Myra.
Na verdade, essas são as únicas coisas que distingue nossa raça para identificação, o resto seria os gêneros, e corpo.
-Bom acho que está na nossa vez de os apresentarmos, meu nome e Trestan Acacio e sou da terra, mas acho que você já sabe.
-Eu me chamo Klaus Katsuo.... Respondeu Klaus frio como sempre.
Mas olhando com um sorriso no rosto como se realmente se importasse com o que está acontecendo porem não quer demonstrar.
Após todos se apresentarem Trestan olha curioso para Myra e pergunta.
-Myra sobre seu pai quem e ele e porque quer nos “glup” matar?
-Meu pai, e um sádico que tem uma.... Como se diz na língua de vocês....
Xenofobia muito grande com o povo da terra, sendo que de todo a minha raça somente ele tem esse preconceito, vive dizendo que vocês são os seres mais desprezíveis da galáxia e por aí vai.
Então Klaus se intromete na conversa com uma pergunta até que esperta e curiosa.
-Estou curioso desde que vi vocês. Como nos entende e conseguem falar a nossa língua.
Então Myra aponta para seu par de chifres e explica.
-Eles não são apenas enfeites ou beleza da minha especial, ainda não entendemos muito bem, mas eles funcionam como um tradutor universal então são bem uteis para comércios e outras coisas.
Depois de algum tempo se conhecendo e dando algumas explicações, eles lembram que a nave precisa de combustível ou então nunca voltaram para casa.
Ao lembrar desse detalhe Trestan decide olhar a sistema de navegação para ver se está tudo ok, e para fazer os cálculos de quanto de combustível será necessário para fazer a viagem de volta a terra.

-Pessoal temos um problema o sistema de navegação está com problema não tenho como saber quanto de combustível será necessário para ir para a terra, os danos não permitem ter o alcance necessário para saber quantos saltos serão necessários e o tempo que levara para chegar.
Precisando bolar um plano para resolver não só o problema do sistema de navegação, mas também do combustível que estava escasso para eles até que a Myra teve uma ideia.
-Existe um planeta próximo daqui que é composto de equipamentos eletrônicos talvez possamos conseguir algo para concertar o sistema de navegação porem não sei como consertá-lo.
-Vamos ter que lidar com isso depois agora vamos logo para esse planeta aí porque não temos muito tempo. Estão vendo esse ponteiro aqui a cada minuto ele desce nosso combustível está acabando.
Depois desse Breve esporro de Klauz decididos partiram para o planeta cujo o nome era Tecktronio.

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